domingo, 16 de junho de 2013

A flor e o professor

Todo dia eu espero que seja dia do professor
para eu ser uma flor, para eu me entregar a ti
e ser feliz aqui.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Felizes para sempre

Havana me disse que se a Branca de Neve morreu envenenada pela maçã a felicidade que ela obteve ao ser reanimada pelo príncipe foi esta: ela estava viva. Ela não morreu, então podia viver feliz para sempre, quer dizer, enquanto ela estivesse viva.

Reescrevam aí o final do conto de fadas. Só casar com um príncipe não garante felicidade a ninguém, é preciso estar viva.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Em breve...

Em breve, no Fábulas de Havana, uma super atualização com todas as histórias que Havana escreveu para serem lidas para os coleguinhas da escola.

Muita aventura, fantasia, crueldade dos maus e bravura dos bons. Além da novidade das histórias que sabem que são histórias e dos personagens cada vez mais cabulosos saídos da cabecinha cheia de cachos da Havana.

Não percam.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Não tem fim

... um milhão de anos depois, uma menina chamada Havana escreveu sobre esta história que você está lendo agora mesmo...






Era uma vez uma princesa que era muito corajosa. Uma noite, a princesa fugiu e o rei mandou cada cavaleiro atrás dela. Só um retornou e falou que ela tinha morrido. Ele disse que viu a coroa da princesa perto de um esqueleto que tinha os cabelos da mesma princesa.


Mas a princesa ainda estava viva.


Aí, um milhão de anos à frente, uma menina chamada Havana escreveu sobre esta história e você está lendo agora mesmo. Ela era a princesa, e fim.


Não acabou. NÃO ACABOU.






segunda-feira, 12 de março de 2012

Histórias contadas em preto e branco I

Uma família formada por diferentes animais, com o pai e a mãe ao pé das escadas e os filhos sentados no sofá.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Arte Abstrata I


Experimentação abstrata com manchas e mistura de cores. Havana as batiza como suas obras abstratas.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Praia



O sol brilhante, tão claro que ofusca o azul do céu. O azul que foge para o mar, baleias, golfinhos e uma ave marítima esguicham água para o alto. Nas profundezas claras, duas estrelas amigas conversam, um cavalo-marinho desliza perigosamente na direção de um peixe elétrico, um pelicano engole um peixe, as arraias e os camarões boiam sobre a água salgada e até as águas-vivas vêm parar na areia branca.



(Terei eu uma filha taxidermista ou oceanógrafa? Um dia desses ela me explicava como os cavalos-marinhos se reproduzem e outro dia se espantava com a porcentagem de água no corpo transparente das águas vivas. E nessa idade eu só afogava formigas.)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Máscara de abóbora


O vegetal com olhos, nariz e boca recortados num fundo negro, com papéis coloridos picados ao redor. Um dia das bruxas carnavalesco talvez.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Casinha no pé do morro


O sol sorridente,
as nuvens brancas,
 os pássaros voando ao redor das árvores frutíferas.
As duas crianças brincando perto de casa.
A casa escorada no morro.