sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
O castigo do galo
Era uma vez um leão. Este leão queria que todos fossem à sua festa. A festa seria bem cedinho, sete horas da manhã. Todos os animais seriam obrigados a aparecer na festa, porque o leão fazia questão disso. Se eles não fossem, seriam castigados.
O convite chegou no galinheiro, mas o galo dormiu encima do convite e nenhuma das galinhas ficou sabendo sobre a festa do leão.
Os mafuás, ajudantes do leão, foram ao galinheiro e disseram: "Asas ao alto!" E levaram o galo preso.
O leão disse ao galo:
- Galo, se você não cantar todas as noites e todos os dias a sua família morrerá!
Os galos cantam até hoje porque têm medo do castigo.
O convite chegou no galinheiro, mas o galo dormiu encima do convite e nenhuma das galinhas ficou sabendo sobre a festa do leão.
Os mafuás, ajudantes do leão, foram ao galinheiro e disseram: "Asas ao alto!" E levaram o galo preso.
O leão disse ao galo:
- Galo, se você não cantar todas as noites e todos os dias a sua família morrerá!
Os galos cantam até hoje porque têm medo do castigo.
terça-feira, 13 de julho de 2010
A menina bisbilhoteira
Era uma vez uma menina que queria ser a menina mais esperta do mundo inteiro. A menina cresceu e ficou velhinha e não conseguiu fazer nada do que queria, não era mais menina e nem esperta. Então a menina que ficou velha rezou durante dez mil dias pedindo para receber outra chance de realizar o seu sonho.
Apareceu uma feiticeira na casa da menina que ficou velha e transformou a velha em menina outra vez.
FIM.
Apareceu uma feiticeira na casa da menina que ficou velha e transformou a velha em menina outra vez.
FIM.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Sabedoria Infantil - I
"Não são todas as pessoas que morrem de tiros, algumas morrem quando ficam muito velhas."
terça-feira, 29 de junho de 2010
O burrinho
ERA UMA VEZ um burrinho que trabalhava puxando carroças. Não ganhava nada pelo seu trabalho, só palha e grama.
Um dia este burrinho fugiu do seu dono e encontrou uma flor numa fazenda. A flor não era comum, era mágica. A flor pediu para o burro que ele trouxesse para ela um fio de cabelo do dono. Porque ela transformaria o dono do burro numa pessoa boa.
O burro voltou para casa, buscou o fio de cabelo do seu dono e o levou para a flor. A flor transformou o fio de cabelo em uma cenoura e mandou o burro dar a cenoura para o dono comer. O dono do burro comeu a cenoura e se tornou bom. FIM.
Um dia este burrinho fugiu do seu dono e encontrou uma flor numa fazenda. A flor não era comum, era mágica. A flor pediu para o burro que ele trouxesse para ela um fio de cabelo do dono. Porque ela transformaria o dono do burro numa pessoa boa.
O burro voltou para casa, buscou o fio de cabelo do seu dono e o levou para a flor. A flor transformou o fio de cabelo em uma cenoura e mandou o burro dar a cenoura para o dono comer. O dono do burro comeu a cenoura e se tornou bom. FIM.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O boi triste
Era uma vez um boi. Esse boi queria muito dançar e cantar, mas ele não tinha irmãos.. Ninguém gostava de bois naquela época, queriam que ele se mudasse da fazenda para nunca mais voltar.
O boi foi ficando muito triste e ninguém deu atenção para ele. Foi embora e ninguém pediu para ele ficar.
No lugar que o boi encontrou para morar ele aprendeu a dançar e cantar e todos lá gostavam dele.
domingo, 13 de junho de 2010
A rainha e os jacarés
ERA UMA VEZ uma rainha muito bem vestida e muito resmungona, chamada Kola. Um dia o rei, marido da rainha, ordenou que jogassem ela no poço de jacarés. Porque ela sempre obrigava o rei a esfregar o chão, recolher o lixo, pintar as unhas dela e até dar comida para os jacarés do poço.
Quando os guardas foram jogar a rainha no poço descobriram que ela estava grávida. Então o rei ordenou que abrissem a barriga da rainha com uma espada e retirassem de lá o seu bebê. Depois disso a rainha foi lançada aos jacarés.
O bebê era a princesa Julieta e se tornou a rainha daquele reino quando cresceu. Ela alimentava os pobres, protegia os cisnes e outros animais quando eles estavam doentes.
FIM.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O cavaleiro corajoso e a espada mágica
ERA UMA VEZ um terrível dragão. Esse dragão morava no pico de uma montanha. O dragão era verde com escamas rosa nas costas e tinha uma enorme barriga branca.
Todos os cavaleiros do país tentavam matá-lo, sem conseguir. O dragão cuspia suas chamas e os cavaleiros morriam queimados.
Um dia apareceu um cavaleiro com uma espada mágica: Rodglaiar. O corajoso cavaleiro mandou a espada mágica ir atrás do dragão. A espada ia descobrir onde o dragão se escondia.
O rei, que havia ordenado ao cavaleiro que matasse o dragão para se casar com sua filha, a princesa, já havia escolhido o nome do seu futuro neto, Bibel, filho da princesa e do caaleiro corajoso.
O cavaleiro correu ao redor do dragão para distraí-lo e a espada partiu sua barriga ao meio.
Então o cavaleiro voltou para o castelo e se casou com a princesa. FIM.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Cachos de uvas
ERA UMA VEZ um cacho de uvas que ficava no oitavo andar da árvore e gostava de brincar com os outros cachos de uvas. Até que um caçador veio e catou todos os cachos de uvas vermelhos, amarelos, laranjas e liláses e deixou os verdes.
Esse caçador não queria os cachos de uvas para comer, ele levou os cachos de uvas para a feira e vendeu. Com o dinheiro ele comprou refrigerantes para a sua família, e também comprou um microondas, uma geladeira e gaiolas de prender pássaros. FIM.
Esse caçador não queria os cachos de uvas para comer, ele levou os cachos de uvas para a feira e vendeu. Com o dinheiro ele comprou refrigerantes para a sua família, e também comprou um microondas, uma geladeira e gaiolas de prender pássaros. FIM.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Um pequeno rosto teimoso
Era uma vez um pequeno rosto teimoso. Queria ter pernas, braços e mãos, mas não podia.
A única maneira de conseguir pernas, braços e mãos seria arrumar um corpo sem rosto.
Um dia ele estava andando de trem, conheceu uma senhora que o ajudou. A velha senhora conhecia um corpo que não tinha rosto e apresentou os dois. O corpo e o rosto se tornaram amigos e iam juntos para todos os lugares.
Mas não durou muito a amizade, porque o corpo morreu.
O rosto permaneceu sozinho e triste por muito tempo, até encontrar novamente a velha senhora, uma feiticeira, que fabricou para ele um corpo e ligou os dois por mágica.
E os dois viveram juntos até o fim de suas vidas.
A única maneira de conseguir pernas, braços e mãos seria arrumar um corpo sem rosto.
Um dia ele estava andando de trem, conheceu uma senhora que o ajudou. A velha senhora conhecia um corpo que não tinha rosto e apresentou os dois. O corpo e o rosto se tornaram amigos e iam juntos para todos os lugares.
Mas não durou muito a amizade, porque o corpo morreu.
O rosto permaneceu sozinho e triste por muito tempo, até encontrar novamente a velha senhora, uma feiticeira, que fabricou para ele um corpo e ligou os dois por mágica.
E os dois viveram juntos até o fim de suas vidas.
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